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Contos ☁ [PDF / Epub] ☀ Contos By Eça de Queirós ✎ – Polishdarling.co.uk Obras de E a de QueirozApesar de mais conhecido pelos seus romances, E a de Queir s escreveu tamb m alguns contos, reunidos num s volume em S o eles Singularidades de uma Rapariga Loura Um Poeta L ri Obras de E a de QueirozApesar de mais conhecido pelos seus romances, E a de Queir s escreveu tamb m alguns Contos, reunidos num s volume emS o eles Singularidades de uma Rapariga Loura Um Poeta L rico No Moinho Civiliza o O Tesouro Frei Genebro Ad o e Eva no Para so A Aia O Defunto Jos Matias A Perfei o O Suave Milagre Outro Am vel Milagre.


10 thoughts on “Contos

  1. Teresa Teresa says:

    Li estes contos h 38 anos e j n o me lembrava como eram lindos.


  2. Andreia Andreia says:

    O R u Tadeu 4 Um in cio prometedor e uma continua o misteriosa Afinal qual a hist ria por de tr s do enforcado dentro do arm rio Parece que nunca saberemos pois o conto ficou incompleto Que pena O milhafre 2 O senhor Diabo 2 Dois contos que n o me conseguiram cativar talvez pela sua verbosidade religiosa Aborreceram me, em suma.Mem rias de uma forca 4 Sou de uma antiga fam lia de carvalhos, ra a austera e forte que j na Antiguidade deixava cair dos seus ramos pensam O R u Tadeu 4 Um in cio prometedor e uma continua o misteriosa Afinal qual a hist ria por de tr s do enforcado dentro do arm rio Parece que nunca saberemos pois o conto ficou incompleto Que pena O milhafre 2 O senhor Diabo 2 Dois contos que n o me conseguiram cativar talvez pela sua verbosidade religiosa Aborreceram me, em suma.Mem rias de uma forca 4 Sou de uma antiga fam lia de carvalhos, ra a austera e forte que j na Antiguidade deixava cair dos seus ramos pensamentos para Plat o Mas um dia esta rvore foi cortada e, longe do canto dos p ssaros, transformou se num instrumento dos homensA morte de Jesus 3,5 Lembrou me uma parte d A rel quia Narra uma parte da vida de Jesus Apesar do tema, a linguagem cativante e muito humana No entanto, est incompleto.Singularidades de uma rapariga loira 3,5 N o estava espera e gostei N o adianto mais.Sir Galahad 3,5 Quem diria que E a se interessava pelas lendas arturianas Centrada na personagem que d nome ao conto e que o cavaleiro mais puro da T vola Redonda e, portanto, aquele quemais se aproxima do Santo Graal Entre A morte de Artur de Sir Thomas Mallory e este pequeno conto, n o hesito em escolher o segundo.A cat strofe 3 J o tinha lido junto com O Conde de Abranhos O pa s esperava dele aquilo que devia tirar de si mesmo, pedindo ao Governo que fizesse tudo o que lhe competia a ele mesmo fazer Um poeta l rico 3,5 A hist ria de uma alma sens vel enterrada num trabalho trivial.No moinho 4 Ou como a mulher mais altru sta corrompida pela paix o Outro am vel milagre Um milagre O suave milagre 3,5 Tr s vers es do mesmo conto, mais um epis dio da vida de Jesus, espelhando a sua generosidade.Um dia de chuva 4 Num dia de chuva selou se a mudan a de ares de Jos Ernesto A casa senhorial, os seus campos e vistas tudo parecia melanc lico debaixo da chuva torrencial, mas, em dado momento, at a conversa fastidiosa do Sr Padre Ribeiro, que lhe fazia a visita guiada, se tornou interessanteEnghelberto 3,5 um bom conto, embora a personagem principal seja terr vel Como grande em ramagens um abeto entre tojos rasteiros, assim entre os maus bar es era grande em maldade o duque de Jarna Civiliza o 4 O conto que deu origem obra A cidade e as serras vale por si Neste, Jacinto n o vive em Paris, e rapidamente nos dado a conhecer o seu desalento e a sua ida para a serra, Torges em vez de Tormes Mas o renascimento o mesmo, e a moral tamb m Jacinto livra se da civiliza o Cada um destes utens lios de a o, de marfim, de prata, impunham ao meu amigo, pela influ ncia omnipoderosa que as coisas exercem sobre o dono , o dever de o utilizar com aptid o e defer ncia O tesouro 4,5 Acho que n o por acaso que este o pr ximo conto s o os contos escolhidos para apresentar E a de Queir s aos alunos do 3 ciclo, na escola, onde tamb m eu os li, h muitos anos Apesar de curtos e pouco ornamentados, ambos s o poderosos na sua mensagem O tesouro constitui uma li o ambi o, avareza e ego smo A aia 5 J A aia um hino coragem e lealdade de uma serva ao seu rei.Frei Genebro 4 O que conta mais para a entrada no Para so, uma numerosa quantidade de boas a es praticadas ao longo da vida, ou uma a o que causa dano a um ser indefeso, para consolar outro ser O defunto 5 Que grande conto Gosto quando E a se aventura pelo fant sticoAd o e Eva no Para so 4 In cio lento e muit ssimo descritivo para um conto, mas o relato da evolu o de Ad o e, depois da sua apari o, da de Eva, compensam H um elogio a Eva que se distancia do seu papel demon aco a que a tradi o cat lica nos habituou Gostei disso.A perfei o 4 Adorei as respostas de Ulisses a Calipso sobre a sua prefer ncia pela humanidade em detrimento da perfei o da deusa e da viv ncia na sua companhia E assim trazes inutilizadas todas as virtudes do meu cora o, pois que a tua divindade n o permite que eu te congratule, te console, te sossegue, ou mesmo te esfregue o corpo dorido com o suco das ervas ben ficas Jos Matias 4 Jos Matias Que personagem


  3. André Nuno André Nuno says:

    Um dogmatiza funebremente sobre o que n o sabe e o outro sobre o que n o pode Mas que se d a esse bom Shopenhauer uma vida t o completa e cheia como a de C sar, e onde estar o seu shopenhauerismo Que se restitua a esse sult o, besuntado de literatura, que tanto edificou e professorou em Jerusal m, a sua virilidade e onde estar o Ecclesiastes De resto, que importa bendizer ou maldizer a vida Afortunada ou dolorosa, fecunda ou v , ela tem de ser vivida Loucos aqueles que, para a atra Um dogmatiza funebremente sobre o que n o sabe e o outro sobre o que n o pode Mas que se d a esse bom Shopenhauer uma vida t o completa e cheia como a de C sar, e onde estar o seu shopenhauerismo Que se restitua a esse sult o, besuntado de literatura, que tanto edificou e professorou em Jerusal m, a sua virilidade e onde estar o Ecclesiastes De resto, que importa bendizer ou maldizer a vida Afortunada ou dolorosa, fecunda ou v , ela tem de ser vivida Loucos aqueles que, para a atravessar, se embrulham desde logo em pesados v us de tristeza e desilus o, de sorte que na sua estrada tudo lhes seja negrume, n o s as l guas realmente escuras, mas mesmo aquelas em que cintila um sol am vel no m ximo da civiliza o que ele experimenta o m ximo de t dio A sapi ncia, portanto, est em recuar at esse honesto m nimo de civiliza o, que consiste em ter um tecto de colmo, uma leira de terra e o gr o para nela semear


  4. Natacha Martins Natacha Martins says:

    Uma colec o de textos que espelha muito bem a qualidade liter ria de E a de Queir s impressionante que a escrita dele continue a ser t o actual nos dias de hoje Aconselho vivamente a leituras destes textos.


  5. Luís Luís says:

    In the story, everything needs to point out in a light and sober risk from the figures, one must see only the striking and definitive line that reveals and fixes a personality Of feelings, only what fits in a glance, or one of those words that escape the lips and brings the whole being, the landscape only the long, in colour, united He was best known for the originality of style and language,for the descriptive realism and constant social criticism in his novels Jacinto do Prado Coel In the story, everything needs to point out in a light and sober risk from the figures, one must see only the striking and definitive line that reveals and fixes a personality Of feelings, only what fits in a glance, or one of those words that escape the lips and brings the whole being, the landscape only the long, in colour, united He was best known for the originality of style and language,for the descriptive realism and constant social criticism in his novels Jacinto do Prado Coelho, a well known writer in our square, once said He wasof a social analyst than a psychologist he mocked Portugal because he loved and wanted him better


  6. Mafi Mafi says:

    Bem vou tentar fazer um pequeno resumo de cada conto 1 conto Singularidades de uma Rapariga Loura Gostei tanto deste conto Fiquei com pena de ser apenas um conto e nao ser maior Conta a historia de Mac rio que se apaixona por Lu sa e faz tudo por ela s que descobre que a sua amada Cleptomaniaca e ent o decide acabar tudo com ela Ao longo do conto temos os prazer de encontrar as v rias caracteristicas pr prias da escrita do autor ou seja muitas descri es, com direito a adjectivos e fig Bem vou tentar fazer um pequeno resumo de cada conto 1 conto Singularidades de uma Rapariga Loura Gostei tanto deste conto Fiquei com pena de ser apenas um conto e nao ser maior Conta a historia de Mac rio que se apaixona por Lu sa e faz tudo por ela s que descobre que a sua amada Cleptomaniaca e ent o decide acabar tudo com ela Ao longo do conto temos os prazer de encontrar as v rias caracteristicas pr prias da escrita do autor ou seja muitas descri es, com direito a adjectivos e figuras de estilo Fiquei triste por realmente ser um conto pequeno pois ficamos sem saber se Mac rio encontrou outra pessoa e se conseguiu ser feliz no amor 2 conto N o gostei muito, n o me entusiasmou achei um bocado depressivo Retrata a vida de um homem que se encontra completamente parte, nao esta na sua cidade nem faz o que gosta de fazer, nem o seu amor correspondido.3 conto No Moinho conta a hist ria de Maria da Piedade que respeitada e considerada um mulher com uma beleza extraordin ria Tem um marido e 3 filhos mas descobrimos que nao casou por amor e isso entre outras circunst ncias leva a a aproximar se de Adri o primo do seu marido Acaba por apaixonar se por este, tornando se ad ltera Mais uma vez nos apresentada uma figura feminina loira 4 conto Civiliza o Gostei deste conto, conta nos a hist ria de um homem que tem tudo que desejava, dinheiro, uma boa vida, com v rios luxos, livros e muitas escovas para se pentear demora 14 minutos P mas sente se cansado desta sua vida, ou melhor, sente se infeliz portanto decide mudar de vida e vai para o campo onde aprende a apreciar as coisas mais simples da vida Gostei muito 5 conto Gostei deste conto, conta a hist ria de 3 irm os e da gan ncia que os 3 sentem Descobrem um tesouro e ao principio querem dividir pelos 3 mas rapidamente come am a desconfiar uns dos outrose acabam por morrer sem nada.6 conto Frei Genebro nao gostei muito, fala de por mais boas ac es que fa amos basta fazermos algo mal para manchar a nossa reputa o e nao concordo muito com isso Toda a gente tem defeitos e virtudes e claro que depende dos erros que cada pessoa comete.7 conto descreve a evolu o do Homem contando a hist ria de Ad o e Eva Gostei mais ou menos.8 conto A Aia o conto estranho pois conta a historia de uma ama que cuida de um pequeno principe mas uma noite apercebe se que querem matar o beb portanto troca o seu filho que dormia no ber o ao lado desta, pelo principe, sacrificando entao o seu filho Depois deste episodio ins lito conta a rainha o que aconteceu e esta decide presentear a ama com um punhal que acaba por ser o objecto que mata a ama, quando esta pega no punhal e crava o no seu cora o, dizendo que vai ter com o filho dela Ou seja a ama primeiro mata o filho para depois se suicidar um conto pequeno e estranho.9 Resumo Um dia um cavaleiro chamado D Rui de Cardenas foi viver para Seg via Todos os dias ia igreja da Senhora do Pilar e acabou por se apaixonar por uma senhora que l ia aos domingos, D Leonor, que era esposa do Senhor de Lara que era muito ciumento e s deixava sair a sua bela mulher para ir missa O tempo foi passando mas alinda mulher nem sequer olhava para ele portanto decidiu esquece la Mas a aia de D Leonor, que sempre a acompanhava, desconfiada de um romance entre os dois, foi contar ao Senhor de Lara as suas desconfian as O marido, muito ciumento, decidiu que no dia seguinte iriam para uma herdade em Cabril Mas nem ali ele dormia descansado e mandou a D Leonor escrever uma carta endere ada a D Rui que dizia para ele se encontrar com ela na herdade noite D Rui partiu de cavalo mas parou quando chegou ao Cerro dos Enforcados Em 4 pilares de granito estavam 4 enforcados Quando se ia embora um dos enforcados pediu lhe para ir com ele a Cabril E l foram Quando l chegaram o enforcado p s se no lugar de D Rui e quando subiu as escadas algu m espetou uma facada no cora o D Rui percebeu que era uma armadilha, por isso, pegou no enforcado, deixou o no mesmo s tio onde o encontrou e foi para casa No dia seguinte o Senhor de Lara procurou o corpo de D Rui por toda a parte e n o o encontrando foi aldeia Na aldeia estava uma grande confus o porque um dos enforcados tinha uma faca espetada no peito e estava sujo de terra D Afonso foi ver o enforcado e viu a sua adaga espetada no corpo do morto De ali a algum tempo D Afonso foi encontrado morto D Leonor herdou todos os bens do Senhor de Lara Um dia foi visitar a igreja da Senhora do Pilar encontrando l D Rui Em 1475 um bispo casou os.Fonte do resumo Eu gostei, teve um final felizNao desgostei dos outros contos do 10 ao 13 Em geral gostei deste livrinho


  7. Célia | Estante de Livros Célia | Estante de Livros says:

    A segunda leitura conjunta que fizemos no nosso f rum levou me primeira leitura do ano da autoria de um escritor portugu s E que melhor op o do que o genial E a de Queiroz Contos uma obra p stuma, datada de 1902, que agrega 13 contos 12 na realidade, uma vez que Outro Am vel Milagre a vers o condensada de O Suave Milagre , v rios deles publicados em jornais ou revistas.Os contos presentes neste livro abordam in meras tem ticas e possuem estilos diversos, mas as imagens de marca de A segunda leitura conjunta que fizemos no nosso f rum levou me primeira leitura do ano da autoria de um escritor portugu s E que melhor op o do que o genial E a de Queiroz Contos uma obra p stuma, datada de 1902, que agrega 13 contos 12 na realidade, uma vez que Outro Am vel Milagre a vers o condensada de O Suave Milagre , v rios deles publicados em jornais ou revistas.Os contos presentes neste livro abordam in meras tem ticas e possuem estilos diversos, mas as imagens de marca de E a est o quase sempre presentes a prosa descritiva, a cr tica sociedade, a desilus o do amor e a religi o V rios contos t m tamb m um tom levemente humor stico, que os tornam absolutamente deliciosos Outra grande mais valia deste livro precisamente a diversidade contos mais curtos ou mais longos, finais felizes e finais infelizes, cr tica religi o e nfase na pureza dos sentimentos crist os Apesar disso, os sentimentos humanos e a dor est o invariavalemente presentes No conto O Defunto , temos mesmo uma piscadela a alguns elementos de terror.Gostei da grande maioria dos contos, mas o meu preferido foi A Civiliza o , a hist ria de um homem que, apesar de rodeado pelo ltimo grito das tecnologias, apenas consegue encontrar a sua felicidade no campo, no meio da natureza Este conto foi a g nese do que mais tarde se tornou no livro A Cidade e as Serras.Mais uma vez, foi muito gratificante a experi ncia da leitura conjunta Permitiu me analisar os contos de uma forma mais cr tica, bem como o desvendar do objectivo a que E a se prop s quando escreveu cada um deles Para al m disso, a leitura deste livro teve o cond o de me despertar a vontade de ler ou reler mais livros do E a, sem d vida um dos maiores escritores que o nosso pa s j conheceu


  8. Ana Ana says:

    This is a E a de Queir s book It s an incredible book No words can describe it I strongly recommend the Tale of Christmas, but i m not revealing why Just read it.Contos Este livro excepcional, divino E o Conto de Natal magnifico uma chapada bruta na cara um acordar Recomendo vivamente


  9. Write Write says:

    O E a intemporal Enquanto existir ra a humana com c rebro pensante, existir um livro do E a algures.O primeiro conto, singularidades de uma rapariga loira, Grande Muito bom.


  10. Carla Carla says:

    Li este livro no mbito de uma Leitura Conjunta, uma iniciativa do f rum Estante de Livros N o participei muito na discuss o, j que problemas fizeram com que n o dedicasse a aten o suficiente ao livro e n o lesse os contos no prazo definido, mas isso n o quer dizer que n o tenha gostado Antes pelo contr rio, adorei.A minha primeira incurs o em E a foi, como acontece com quase todos os jovens, com a obra Os Maias N o quer dizer que a hist ria n o seja boa, mas quando o li, ou tentei ler porq Li este livro no mbito de uma Leitura Conjunta, uma iniciativa do f rum Estante de Livros N o participei muito na discuss o, j que problemas fizeram com que n o dedicasse a aten o suficiente ao livro e n o lesse os contos no prazo definido, mas isso n o quer dizer que n o tenha gostado Antes pelo contr rio, adorei.A minha primeira incurs o em E a foi, como acontece com quase todos os jovens, com a obra Os Maias N o quer dizer que a hist ria n o seja boa, mas quando o li, ou tentei ler porque fiquei me pelo quarto cap tulo, n o tinha a maturidade ou a paci ncia suficiente para aquele tipo de leitura Era mais virada para livros menos descritivos e um pouco mais fantasiosos, como As Mulheres da Casa do Tigre da Marion Zimmer Bradley, autora que, por incr vel que pare a, agora n o consigo ler, ou sou eu que tenho algum tipo de problema com As Brumas de Avalon Mas onde que eu ia E a era muito rom ntico e descritivo para meu gosto, apesar de gostar da sua prosa Ainda me lembro de como fiquei maravilhada com a descri o do Ramalhete, mas tirar apontamentos e ler, dissecar as palavras usadas, ter a obrigatoriedade de ler o livro tira algo leitura e era muito aborrecido.Apesar, de como disse a in cio, ter lido no mbito de uma leitura conjunta, resolvi n o o enfrentar como uma tarefa escolar mas l lo, como leio todos os outros livros, fazendo depois uma pequena aprecia o Posso dizer que redescobri E a O seu humor, a sua s tira e cr tica, o seu toque de g nio ao apresentar nos as personagens, que desde logo se tornam nossos grandes conhecidos, fant stico.Adorei sobretudo o conto Civiliza o , que depois ter dado origem ao livro A Cidade e as Serras que conto ler em breve, e acho que ainda hoje bastante actual Eu pelo menos revi me nele Jacinto, que se encontrava rodeado de todas as grandes obras liter rias das maiores civiliza es alguma vez existentes e rodeado da melhor tecnologia, s se sente satisfeito quando, pela primeira vez, entra em contacto com a vida do campo, com a ruralidade Uma excelente s tira ao mundo do s c XIX, quando se d um grande avan o no que toca a inova es tecnol gicas, e mostrando a futilidade destas inven es valorizando antes o trabalho e o ar no campo, o contacto com a Natureza, que se perdeu entretanto.Outro conto, de que gostei particularmente, foi Ad o e Eva no Para so , onde penso que E a faz um bom trabalho ao juntar a hist ria b blica da Cria o com a teoria evolucionista de Darwin Achei curioso Ad o nascer caindo de uma rvore e como ele fica com a morte, j que ele o homem que ca a enquanto Eva a mulher gera vida, n o s no seu tero mas semeando, bem como acolhendo e domesticando animais.Gostei de E a


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  1. Teresa Teresa says:

    Li estes contos h 38 anos e j n o me lembrava como eram lindos.


  2. Andreia Andreia says:

    O R u Tadeu 4 Um in cio prometedor e uma continua o misteriosa Afinal qual a hist ria por de tr s do enforcado dentro do arm rio Parece que nunca saberemos pois o conto ficou incompleto Que pena O milhafre 2 O senhor Diabo 2 Dois contos que n o me conseguiram cativar talvez pela sua verbosidade religiosa Aborreceram me, em suma.Mem rias de uma forca 4 Sou de uma antiga fam lia de carvalhos, ra a austera e forte que j na Antiguidade deixava cair dos seus ramos pensam O R u Tadeu 4 Um in cio prometedor e uma continua o misteriosa Afinal qual a hist ria por de tr s do enforcado dentro do arm rio Parece que nunca saberemos pois o conto ficou incompleto Que pena O milhafre 2 O senhor Diabo 2 Dois contos que n o me conseguiram cativar talvez pela sua verbosidade religiosa Aborreceram me, em suma.Mem rias de uma forca 4 Sou de uma antiga fam lia de carvalhos, ra a austera e forte que j na Antiguidade deixava cair dos seus ramos pensamentos para Plat o Mas um dia esta rvore foi cortada e, longe do canto dos p ssaros, transformou se num instrumento dos homensA morte de Jesus 3,5 Lembrou me uma parte d A rel quia Narra uma parte da vida de Jesus Apesar do tema, a linguagem cativante e muito humana No entanto, est incompleto.Singularidades de uma rapariga loira 3,5 N o estava espera e gostei N o adianto mais.Sir Galahad 3,5 Quem diria que E a se interessava pelas lendas arturianas Centrada na personagem que d nome ao conto e que o cavaleiro mais puro da T vola Redonda e, portanto, aquele quemais se aproxima do Santo Graal Entre A morte de Artur de Sir Thomas Mallory e este pequeno conto, n o hesito em escolher o segundo.A cat strofe 3 J o tinha lido junto com O Conde de Abranhos O pa s esperava dele aquilo que devia tirar de si mesmo, pedindo ao Governo que fizesse tudo o que lhe competia a ele mesmo fazer Um poeta l rico 3,5 A hist ria de uma alma sens vel enterrada num trabalho trivial.No moinho 4 Ou como a mulher mais altru sta corrompida pela paix o Outro am vel milagre Um milagre O suave milagre 3,5 Tr s vers es do mesmo conto, mais um epis dio da vida de Jesus, espelhando a sua generosidade.Um dia de chuva 4 Num dia de chuva selou se a mudan a de ares de Jos Ernesto A casa senhorial, os seus campos e vistas tudo parecia melanc lico debaixo da chuva torrencial, mas, em dado momento, at a conversa fastidiosa do Sr Padre Ribeiro, que lhe fazia a visita guiada, se tornou interessanteEnghelberto 3,5 um bom conto, embora a personagem principal seja terr vel Como grande em ramagens um abeto entre tojos rasteiros, assim entre os maus bar es era grande em maldade o duque de Jarna Civiliza o 4 O conto que deu origem obra A cidade e as serras vale por si Neste, Jacinto n o vive em Paris, e rapidamente nos dado a conhecer o seu desalento e a sua ida para a serra, Torges em vez de Tormes Mas o renascimento o mesmo, e a moral tamb m Jacinto livra se da civiliza o Cada um destes utens lios de a o, de marfim, de prata, impunham ao meu amigo, pela influ ncia omnipoderosa que as coisas exercem sobre o dono , o dever de o utilizar com aptid o e defer ncia O tesouro 4,5 Acho que n o por acaso que este o pr ximo conto s o os contos escolhidos para apresentar E a de Queir s aos alunos do 3 ciclo, na escola, onde tamb m eu os li, h muitos anos Apesar de curtos e pouco ornamentados, ambos s o poderosos na sua mensagem O tesouro constitui uma li o ambi o, avareza e ego smo A aia 5 J A aia um hino coragem e lealdade de uma serva ao seu rei.Frei Genebro 4 O que conta mais para a entrada no Para so, uma numerosa quantidade de boas a es praticadas ao longo da vida, ou uma a o que causa dano a um ser indefeso, para consolar outro ser O defunto 5 Que grande conto Gosto quando E a se aventura pelo fant sticoAd o e Eva no Para so 4 In cio lento e muit ssimo descritivo para um conto, mas o relato da evolu o de Ad o e, depois da sua apari o, da de Eva, compensam H um elogio a Eva que se distancia do seu papel demon aco a que a tradi o cat lica nos habituou Gostei disso.A perfei o 4 Adorei as respostas de Ulisses a Calipso sobre a sua prefer ncia pela humanidade em detrimento da perfei o da deusa e da viv ncia na sua companhia E assim trazes inutilizadas todas as virtudes do meu cora o, pois que a tua divindade n o permite que eu te congratule, te console, te sossegue, ou mesmo te esfregue o corpo dorido com o suco das ervas ben ficas Jos Matias 4 Jos Matias Que personagem


  3. André Nuno André Nuno says:

    Um dogmatiza funebremente sobre o que n o sabe e o outro sobre o que n o pode Mas que se d a esse bom Shopenhauer uma vida t o completa e cheia como a de C sar, e onde estar o seu shopenhauerismo Que se restitua a esse sult o, besuntado de literatura, que tanto edificou e professorou em Jerusal m, a sua virilidade e onde estar o Ecclesiastes De resto, que importa bendizer ou maldizer a vida Afortunada ou dolorosa, fecunda ou v , ela tem de ser vivida Loucos aqueles que, para a atra Um dogmatiza funebremente sobre o que n o sabe e o outro sobre o que n o pode Mas que se d a esse bom Shopenhauer uma vida t o completa e cheia como a de C sar, e onde estar o seu shopenhauerismo Que se restitua a esse sult o, besuntado de literatura, que tanto edificou e professorou em Jerusal m, a sua virilidade e onde estar o Ecclesiastes De resto, que importa bendizer ou maldizer a vida Afortunada ou dolorosa, fecunda ou v , ela tem de ser vivida Loucos aqueles que, para a atravessar, se embrulham desde logo em pesados v us de tristeza e desilus o, de sorte que na sua estrada tudo lhes seja negrume, n o s as l guas realmente escuras, mas mesmo aquelas em que cintila um sol am vel no m ximo da civiliza o que ele experimenta o m ximo de t dio A sapi ncia, portanto, est em recuar at esse honesto m nimo de civiliza o, que consiste em ter um tecto de colmo, uma leira de terra e o gr o para nela semear


  4. Natacha Martins Natacha Martins says:

    Uma colec o de textos que espelha muito bem a qualidade liter ria de E a de Queir s impressionante que a escrita dele continue a ser t o actual nos dias de hoje Aconselho vivamente a leituras destes textos.


  5. Luís Luís says:

    In the story, everything needs to point out in a light and sober risk from the figures, one must see only the striking and definitive line that reveals and fixes a personality Of feelings, only what fits in a glance, or one of those words that escape the lips and brings the whole being, the landscape only the long, in colour, united He was best known for the originality of style and language,for the descriptive realism and constant social criticism in his novels Jacinto do Prado Coel In the story, everything needs to point out in a light and sober risk from the figures, one must see only the striking and definitive line that reveals and fixes a personality Of feelings, only what fits in a glance, or one of those words that escape the lips and brings the whole being, the landscape only the long, in colour, united He was best known for the originality of style and language,for the descriptive realism and constant social criticism in his novels Jacinto do Prado Coelho, a well known writer in our square, once said He wasof a social analyst than a psychologist he mocked Portugal because he loved and wanted him better


  6. Mafi Mafi says:

    Bem vou tentar fazer um pequeno resumo de cada conto 1 conto Singularidades de uma Rapariga Loura Gostei tanto deste conto Fiquei com pena de ser apenas um conto e nao ser maior Conta a historia de Mac rio que se apaixona por Lu sa e faz tudo por ela s que descobre que a sua amada Cleptomaniaca e ent o decide acabar tudo com ela Ao longo do conto temos os prazer de encontrar as v rias caracteristicas pr prias da escrita do autor ou seja muitas descri es, com direito a adjectivos e fig Bem vou tentar fazer um pequeno resumo de cada conto 1 conto Singularidades de uma Rapariga Loura Gostei tanto deste conto Fiquei com pena de ser apenas um conto e nao ser maior Conta a historia de Mac rio que se apaixona por Lu sa e faz tudo por ela s que descobre que a sua amada Cleptomaniaca e ent o decide acabar tudo com ela Ao longo do conto temos os prazer de encontrar as v rias caracteristicas pr prias da escrita do autor ou seja muitas descri es, com direito a adjectivos e figuras de estilo Fiquei triste por realmente ser um conto pequeno pois ficamos sem saber se Mac rio encontrou outra pessoa e se conseguiu ser feliz no amor 2 conto N o gostei muito, n o me entusiasmou achei um bocado depressivo Retrata a vida de um homem que se encontra completamente parte, nao esta na sua cidade nem faz o que gosta de fazer, nem o seu amor correspondido.3 conto No Moinho conta a hist ria de Maria da Piedade que respeitada e considerada um mulher com uma beleza extraordin ria Tem um marido e 3 filhos mas descobrimos que nao casou por amor e isso entre outras circunst ncias leva a a aproximar se de Adri o primo do seu marido Acaba por apaixonar se por este, tornando se ad ltera Mais uma vez nos apresentada uma figura feminina loira 4 conto Civiliza o Gostei deste conto, conta nos a hist ria de um homem que tem tudo que desejava, dinheiro, uma boa vida, com v rios luxos, livros e muitas escovas para se pentear demora 14 minutos P mas sente se cansado desta sua vida, ou melhor, sente se infeliz portanto decide mudar de vida e vai para o campo onde aprende a apreciar as coisas mais simples da vida Gostei muito 5 conto Gostei deste conto, conta a hist ria de 3 irm os e da gan ncia que os 3 sentem Descobrem um tesouro e ao principio querem dividir pelos 3 mas rapidamente come am a desconfiar uns dos outrose acabam por morrer sem nada.6 conto Frei Genebro nao gostei muito, fala de por mais boas ac es que fa amos basta fazermos algo mal para manchar a nossa reputa o e nao concordo muito com isso Toda a gente tem defeitos e virtudes e claro que depende dos erros que cada pessoa comete.7 conto descreve a evolu o do Homem contando a hist ria de Ad o e Eva Gostei mais ou menos.8 conto A Aia o conto estranho pois conta a historia de uma ama que cuida de um pequeno principe mas uma noite apercebe se que querem matar o beb portanto troca o seu filho que dormia no ber o ao lado desta, pelo principe, sacrificando entao o seu filho Depois deste episodio ins lito conta a rainha o que aconteceu e esta decide presentear a ama com um punhal que acaba por ser o objecto que mata a ama, quando esta pega no punhal e crava o no seu cora o, dizendo que vai ter com o filho dela Ou seja a ama primeiro mata o filho para depois se suicidar um conto pequeno e estranho.9 Resumo Um dia um cavaleiro chamado D Rui de Cardenas foi viver para Seg via Todos os dias ia igreja da Senhora do Pilar e acabou por se apaixonar por uma senhora que l ia aos domingos, D Leonor, que era esposa do Senhor de Lara que era muito ciumento e s deixava sair a sua bela mulher para ir missa O tempo foi passando mas alinda mulher nem sequer olhava para ele portanto decidiu esquece la Mas a aia de D Leonor, que sempre a acompanhava, desconfiada de um romance entre os dois, foi contar ao Senhor de Lara as suas desconfian as O marido, muito ciumento, decidiu que no dia seguinte iriam para uma herdade em Cabril Mas nem ali ele dormia descansado e mandou a D Leonor escrever uma carta endere ada a D Rui que dizia para ele se encontrar com ela na herdade noite D Rui partiu de cavalo mas parou quando chegou ao Cerro dos Enforcados Em 4 pilares de granito estavam 4 enforcados Quando se ia embora um dos enforcados pediu lhe para ir com ele a Cabril E l foram Quando l chegaram o enforcado p s se no lugar de D Rui e quando subiu as escadas algu m espetou uma facada no cora o D Rui percebeu que era uma armadilha, por isso, pegou no enforcado, deixou o no mesmo s tio onde o encontrou e foi para casa No dia seguinte o Senhor de Lara procurou o corpo de D Rui por toda a parte e n o o encontrando foi aldeia Na aldeia estava uma grande confus o porque um dos enforcados tinha uma faca espetada no peito e estava sujo de terra D Afonso foi ver o enforcado e viu a sua adaga espetada no corpo do morto De ali a algum tempo D Afonso foi encontrado morto D Leonor herdou todos os bens do Senhor de Lara Um dia foi visitar a igreja da Senhora do Pilar encontrando l D Rui Em 1475 um bispo casou os.Fonte do resumo Eu gostei, teve um final felizNao desgostei dos outros contos do 10 ao 13 Em geral gostei deste livrinho


  7. Célia | Estante de Livros Célia | Estante de Livros says:

    A segunda leitura conjunta que fizemos no nosso f rum levou me primeira leitura do ano da autoria de um escritor portugu s E que melhor op o do que o genial E a de Queiroz Contos uma obra p stuma, datada de 1902, que agrega 13 contos 12 na realidade, uma vez que Outro Am vel Milagre a vers o condensada de O Suave Milagre , v rios deles publicados em jornais ou revistas.Os contos presentes neste livro abordam in meras tem ticas e possuem estilos diversos, mas as imagens de marca de A segunda leitura conjunta que fizemos no nosso f rum levou me primeira leitura do ano da autoria de um escritor portugu s E que melhor op o do que o genial E a de Queiroz Contos uma obra p stuma, datada de 1902, que agrega 13 contos 12 na realidade, uma vez que Outro Am vel Milagre a vers o condensada de O Suave Milagre , v rios deles publicados em jornais ou revistas.Os contos presentes neste livro abordam in meras tem ticas e possuem estilos diversos, mas as imagens de marca de E a est o quase sempre presentes a prosa descritiva, a cr tica sociedade, a desilus o do amor e a religi o V rios contos t m tamb m um tom levemente humor stico, que os tornam absolutamente deliciosos Outra grande mais valia deste livro precisamente a diversidade contos mais curtos ou mais longos, finais felizes e finais infelizes, cr tica religi o e nfase na pureza dos sentimentos crist os Apesar disso, os sentimentos humanos e a dor est o invariavalemente presentes No conto O Defunto , temos mesmo uma piscadela a alguns elementos de terror.Gostei da grande maioria dos contos, mas o meu preferido foi A Civiliza o , a hist ria de um homem que, apesar de rodeado pelo ltimo grito das tecnologias, apenas consegue encontrar a sua felicidade no campo, no meio da natureza Este conto foi a g nese do que mais tarde se tornou no livro A Cidade e as Serras.Mais uma vez, foi muito gratificante a experi ncia da leitura conjunta Permitiu me analisar os contos de uma forma mais cr tica, bem como o desvendar do objectivo a que E a se prop s quando escreveu cada um deles Para al m disso, a leitura deste livro teve o cond o de me despertar a vontade de ler ou reler mais livros do E a, sem d vida um dos maiores escritores que o nosso pa s j conheceu


  8. Ana Ana says:

    This is a E a de Queir s book It s an incredible book No words can describe it I strongly recommend the Tale of Christmas, but i m not revealing why Just read it.Contos Este livro excepcional, divino E o Conto de Natal magnifico uma chapada bruta na cara um acordar Recomendo vivamente


  9. Write Write says:

    O E a intemporal Enquanto existir ra a humana com c rebro pensante, existir um livro do E a algures.O primeiro conto, singularidades de uma rapariga loira, Grande Muito bom.


  10. Carla Carla says:

    Li este livro no mbito de uma Leitura Conjunta, uma iniciativa do f rum Estante de Livros N o participei muito na discuss o, j que problemas fizeram com que n o dedicasse a aten o suficiente ao livro e n o lesse os contos no prazo definido, mas isso n o quer dizer que n o tenha gostado Antes pelo contr rio, adorei.A minha primeira incurs o em E a foi, como acontece com quase todos os jovens, com a obra Os Maias N o quer dizer que a hist ria n o seja boa, mas quando o li, ou tentei ler porq Li este livro no mbito de uma Leitura Conjunta, uma iniciativa do f rum Estante de Livros N o participei muito na discuss o, j que problemas fizeram com que n o dedicasse a aten o suficiente ao livro e n o lesse os contos no prazo definido, mas isso n o quer dizer que n o tenha gostado Antes pelo contr rio, adorei.A minha primeira incurs o em E a foi, como acontece com quase todos os jovens, com a obra Os Maias N o quer dizer que a hist ria n o seja boa, mas quando o li, ou tentei ler porque fiquei me pelo quarto cap tulo, n o tinha a maturidade ou a paci ncia suficiente para aquele tipo de leitura Era mais virada para livros menos descritivos e um pouco mais fantasiosos, como As Mulheres da Casa do Tigre da Marion Zimmer Bradley, autora que, por incr vel que pare a, agora n o consigo ler, ou sou eu que tenho algum tipo de problema com As Brumas de Avalon Mas onde que eu ia E a era muito rom ntico e descritivo para meu gosto, apesar de gostar da sua prosa Ainda me lembro de como fiquei maravilhada com a descri o do Ramalhete, mas tirar apontamentos e ler, dissecar as palavras usadas, ter a obrigatoriedade de ler o livro tira algo leitura e era muito aborrecido.Apesar, de como disse a in cio, ter lido no mbito de uma leitura conjunta, resolvi n o o enfrentar como uma tarefa escolar mas l lo, como leio todos os outros livros, fazendo depois uma pequena aprecia o Posso dizer que redescobri E a O seu humor, a sua s tira e cr tica, o seu toque de g nio ao apresentar nos as personagens, que desde logo se tornam nossos grandes conhecidos, fant stico.Adorei sobretudo o conto Civiliza o , que depois ter dado origem ao livro A Cidade e as Serras que conto ler em breve, e acho que ainda hoje bastante actual Eu pelo menos revi me nele Jacinto, que se encontrava rodeado de todas as grandes obras liter rias das maiores civiliza es alguma vez existentes e rodeado da melhor tecnologia, s se sente satisfeito quando, pela primeira vez, entra em contacto com a vida do campo, com a ruralidade Uma excelente s tira ao mundo do s c XIX, quando se d um grande avan o no que toca a inova es tecnol gicas, e mostrando a futilidade destas inven es valorizando antes o trabalho e o ar no campo, o contacto com a Natureza, que se perdeu entretanto.Outro conto, de que gostei particularmente, foi Ad o e Eva no Para so , onde penso que E a faz um bom trabalho ao juntar a hist ria b blica da Cria o com a teoria evolucionista de Darwin Achei curioso Ad o nascer caindo de uma rvore e como ele fica com a morte, j que ele o homem que ca a enquanto Eva a mulher gera vida, n o s no seu tero mas semeando, bem como acolhendo e domesticando animais.Gostei de E a


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